sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Semana da Pátria - Civismo também se aprende na escola

Henrique Barbo, Marina e Henrique Martins hasteando as bandeiras.
Luca, Laura e Bernardo hastearam as bandeiras de Goiás, Brasil e Goiânia.
Na Semana dedicada a nossa Pátria, educandos e educadores exploraram o Hino Nacional, sua letra de difícil compreensão, porém de uma beleza poética.

 Estudaram a nossa bandeira, suas cores e a riqueza que representam. O livro Juca Brasileiro e o Hino Nacional foi compartilhado com toda a escola no Espaço Acolhimento.


O Hino Nacional foi apresentado em diferentes vídeos associando a letra à riqueza de nossa Pátria, assim como foi apresentado apenas o áudio para cantarem e acompanharem, em postura adequada, o hasteamento das Bandeiras do Brasil, Goiás e Goiânia. 








E ali, estão elas, colorindo nossa Escola de verde, amarelo, azul e branco.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

CANTINHO DA VOVÓ

A Casinha Feliz preparou um cantinho dedicado a todas as vovós por acreditar na força da cultura que passa de geração em geração e ajuda a manter viva a tradição!

Elas compareceram na escola não apenas para tomar um chá, mas para ajudar a fortalecer a definição de FOLCLORE que nada mais é do que o conjunto das tradições, conhecimentos, crenças populares, lendas, músicas, danças, adivinhações, provérbios, superstições, brinquedos, jogos, poesias, artesanatos, contos, enfim, tudo o que faz parte da cultura e memória de um povo. Ele é o modo que o povo tem para compreender o mundo em que vive.

A antiga cadeira de balanço que fez parte do cenário já foi palco de amamentação
das diretoras Lúcia e Fátima, que agradecem a mãe - D. Lili - pelas doces lembranças de infância!

Com esse propósito em vista, nossas vovós cantaram cantigas de ninar de sua época, contaram histórias, fábulas, anedotas, lendas, brincaram de roda, ensinaram algumas cantigas de roda, brincaram de passar anel e contaram "causos" da escola de sua época: como agiam as professoras, como eram os livros, as atividades, as brincadeiras de criança, as punições, hoje, conhecidas pelos alunos como sansões ao não cumprimento das regras de sala e de convivência.


Foi um encontro produtivo, onde cada vovó ofereceu um pouco de si e levou um pouco de nós! Uma troca linda de experiências!!!

Momentos de confraternização, atenção, gentileza e afeto
entre educadores, educandos e familiares.

Momentos de compartilhar saberes, histórias e o carinho gostoso de vó.

União de avós materna e paterna, cada qual com mais carinho para dar.



Vovós ganhando o abraço e presentes das netinhas e nos dando
de presente suas sabedorias!!!

Passar anel é uma brincadeira do tempo das vovós e para  manter viva a cultura
nada mais indicado do que elas compartilharem conosco suas brincadeiras de criança.
A sabedoria popular, mais uma vez, teve seu lugar resguardado na escola, pois o saber popular é aquele que atravessa o tempo pela comunicação oral das gerações, sendo recontado, falado, declamado ou cantado. Afinal quem conta HISTÓRIAS AJUDA A PRESERVAR A MEMÓRIA.


Contar "causos", histórias, lendas e mitos da infância para a garotada pode ser um belo recurso
para ampliar conhecimentos e ganhar a atençao de olhinhos tão ávidos pelo saber!
Que gostoso poder dar um abraço na vovó querida no meio de um período de aula.
Afinal de contas, carinho de vó é incomparável!!!


Brincar de roda com as professoras queridas e com as vovós muito amadas
pode se tornar um conhecimento inesquecível!!!
Que linda roda, que lindas cantigas as vovós nos ensinaram!!!
Quer ver mais fotos desse lindo encontro? Então acesse os slideshow abaixo dos turnos matutino e vespertino...

A Casinha Feliz Agradece a participação e rica contribuição de todas as vovós e vovôs!

Turno Matutino


Turno Vespertino

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Folclore

O que é Folclore


Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.
Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, "constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação".
Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.
As lendas são histórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.

Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil:

Boitatá

Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".

Boto
Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.

Curupira



Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira

Lobisomem


Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.

Saci-Pererê


O saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.


Neste mês em especial, a turma genial, trabalhou com a turma do sitio do pica pau amarelo!

Monteiro Lobato não produziu o folclore. Porem através de suas historias conseguiu de uma maneira atrativa as crianças, apresentar alguns personagens muito queridos pelas crianças como saci- pererê , a cuca , a Iara.. entre outros.



Nossa turma ouviu algumas historias do Monteiro Lobato durante a semana .

 
Depois fizemos o seu reconto, aprimorando assim a escrita, a ortografia e a capacidade de memorização da historia lida.
                         


                                                                                                   



Olha o Saci-Pererê que o tio Barnabé viu em sua casa, segundo a criatividade de cada aluno!




Pegando Saci

Dentre suas aventuras, Pedrinho conseguiu, auxiliado pelo tio Barnabé , prender um saci dentro da garrafa.
Cada um pintou o seu saci e colocou dentro de uma garrafa de refrigerante !





Outras lendas, mitos e contos, trava-linguas, provérbios, brincadeiras, também fizeram parte de nossas aulas!
Durante a semana todas as turminhas apresentaram no galpão, durante, a acolhida trava-linguas, provérbios,trovinhas...





Os trabalhos de historia sobre o folclore enriqueceram bastante as nossas aulas, pois cada criança teve a oportunidade de ler, pesquisar e depois apresentar aos amigos o que descobriram!